Grandes Geradores · Toledo/PR

Resíduos da sua empresa sob controle, do início ao fim.

O Decreto Municipal nº 1.531/2025 estabeleceu novos limites e obrigações para a gestão de resíduos sólidos urbanos. A Tecnurbe possui uma operação segura, programada e documentada para sua empresa.

Coleta programada Controle gerencial Rastreabilidade documental
Logística planejadaFrequência ajustada à operação
AcondicionamentoEquipamentos conforme o volume
ComprovaçãoRegistros para gestão e auditoria
ConformidadeAtendimento orientado à legislação

O que mudou em Toledo

O grande gerador precisa assumir uma gestão própria e comprovável.

O Decreto limita a destinação vinculada ao aterro municipal para o pequeno gerador e estabelece obrigações específicas para quem ultrapassa o limite diário.

Atenção ao enquadramento: o tipo de estabelecimento, por si só, não define o grande gerador. O critério principal é o volume ou a massa diária efetivamente gerada.

Limite de enquadramento

Geração superior a 120 litros ou 30 quilogramas por dia caracteriza o grande gerador.

Plano de Gerenciamento de Resíduos (PGRS)

É obrigatória a elaboração e a execução do plano com as informações sobre o gerenciamento de resíduos da sua empresa.

Relatório anual

Devem ser informadas as quantidades de resíduos geradas por meio de relatório anual à Secretaria Municipal do Meio Ambiente.

Diagnóstico orientativo

Sua empresa ultrapassa o limite diário?

Informe a média diária aproximada. Basta ultrapassar um dos dois critérios para haver potencial enquadramento como grande gerador.

  • Volume: resíduos acondicionados em sacos, lixeiras ou contentores.
  • Massa: peso médio diário apurado por estimativa ou pesagem.
  • Confirmação: avaliação técnica permite definir frequência, equipamentos e documentação.

Resultado meramente orientativo. O enquadramento definitivo deve considerar a geração real, o tipo de resíduo e as orientações do Município de Toledo.

Solução completa

Uma operação sob medida para a rotina da sua empresa.

Da análise inicial à organização dos comprovantes, cada etapa é planejada para reduzir riscos, evitar acúmulos e manter a rastreabilidade.

Acondicionamento adequado

Definição de contentores e forma de segregação compatíveis com o espaço e a geração.

Estrutura dimensionada

Coleta programada

Rotas e frequências definidas conforme a necessidade, sem comprometer a operação do cliente.

Regularidade operacional

Controle gerencial

Maior controle gerencial, transparência e acompanhamento de indicadores.

Dados confiáveis

Transporte compatível

Uso de veículos e procedimentos adequados à tipologia e ao volume dos resíduos avaliados.

Segurança no deslocamento

Destinação adequada

Encaminhamento a soluções de tratamento, reciclagem, compostagem ou disposição final, conforme aplicável.

Destino tecnicamente definido

Gestão documental

Organização de documentos junto à plataforma SINIR/MTR, incluindo certificados de destinação final e demais registros associados ao serviço.

Rastreabilidade completa

Fluxo operacional

Da geração ao comprovante final.

Um processo simples para o cliente, com controle técnico em cada etapa.

01

Diagnóstico

Levantamento do volume, resíduos, espaço e rotina.

02

Plano de coleta

Definição de equipamentos, frequência e horários.

03

Segregação

Orientação para acondicionamento e separação interna.

04

Coleta

Retirada programada com registros de informações.

05

Transporte e destino

Encaminhamento conforme a solução tecnicamente aplicável.

06

Comprovação

Organização dos documentos e indicadores do período.

Acondicionamento

O equipamento certo reduz riscos e melhora a operação.

A solução é dimensionada de acordo com a geração, o espaço disponível e a rotina operacional de cada cliente.

Contentor metálico de 1,2 m³

Indicado para operações com maior volume e coleta mecanizada.

Contentor PEAD de 1,0 m³

Boa mobilidade, resistência e facilidade de higienização.

Contentor PEAD de 240 litros

Aplicável à segregação interna e pontos de menor geração.

A disponibilidade, quantidade e modelo dos equipamentos são definidos após vistoria ou levantamento técnico da operação.

Quem pode se enquadrar

Diversos setores podem ser grandes geradores.

O enquadramento depende da quantidade diária, não apenas da atividade exercida.

Mercados e atacados
Restaurantes e cozinhas
Indústrias
Universidades e escolas
Shoppings e centros comerciais
Hotéis e hospedagens
Terminais e grandes fluxos
Prestadores de serviços

Resíduos perigosos, de serviços de saúde ou sujeitos à logística reversa exigem análise específica e podem demandar fluxos e fornecedores próprios.

Gestão e comprovação

Documentos organizados para a sua empresa prestar contas.

A rastreabilidade transforma a coleta em informação gerencial e ajuda a demonstrar a destinação ambientalmente adequada.

  • Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR), quando aplicável ao fluxo.
  • Certificado de Destinação Final (CDF) emitido pelo destinador responsável.
  • Consolidação de dados para relatórios internos, PGRS e obrigações anuais.

Perguntas frequentes

O essencial para tomar a decisão correta.

As respostas abaixo resumem o Decreto Municipal nº 1.531/2025 e a forma de estruturação do serviço.

Quem é considerado grande gerador em Toledo?

Pessoa física ou jurídica que, em razão de sua atividade econômica, gere mais de 120 litros ou mais de 30 quilogramas de resíduos sólidos por dia.

Todo mercado, restaurante ou indústria é automaticamente grande gerador?

Não. Esses estabelecimentos têm potencial de alta geração, mas o enquadramento depende da quantidade diária efetivamente gerada. Uma avaliação ajuda a documentar essa condição.

O PGRS é obrigatório?

Sim. O Decreto determina que os grandes geradores elaborem e executem Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, detalhando segregação, reciclagem e destinação final adequada.

Quais informações devem ser apresentadas à SMMA?

O Decreto prevê relatório anual com as quantidades de resíduos gerados, reciclados, compostados e enviados ao aterro sanitário.

A Tecnurbe atende qualquer tipo de resíduo?

O atendimento depende da classificação e do fluxo aplicável. Resíduos comuns, recicláveis e orgânicos podem ser avaliados, enquanto resíduos perigosos, de saúde e sujeitos a sistemas específicos demandam análise separada.

Como é definida a frequência da coleta?

A frequência considera volume, capacidade de armazenamento, risco de odores, espaço disponível, acessos e rotina operacional. O objetivo é evitar acúmulo sem gerar coletas desnecessárias.

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Prepare sua empresa para as novas exigências de Toledo.

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